Clericot para refrescar (e fechar) o verão! (+18)

As águas de março estão tentando fechar o verão á uns dias (pelo menos por aqui em  SP – não para  de chover!) … mas ainda temos dias de calor e sol escaldante! E nada melhor que opções refrescantes para animar os dias quentes!
No começo  do ano, fiz uma festa no estilo “Hawaii” para comemorar o meu aniversário… E dentre as mil  ideias de cardápio e bebidas, uma especificamente me chamou atenção: o Clericot.
É uma bebida a base de frutas e vinho branco (quase uma sangria!), MUITO refrescante e saborosa. Ela é super simples e depois da festa já usei ela em outras ocasiões por ser muito leve e marcante.

Ingredientes

Base:

  • 1 garrafa de vinho branco (seco ou suave)
  • 1 lata de água Tônica
  • Suco de 1 laranja
  • 4 colheres de açúcar
  • Gelo

Frutas:

  • 1/2 abacaxí
  • 1 caixinha de morango
  • 1 caxo de uvas (sem caroço de preferência)
  • 2 pêssegos ou ameixas
  • 1 laranja cortada em rodelas,  ou 1/2 rodelas
  • Kiwi, Amoras, Maçã – fica ao seu gosto!
Material Necessário: Jarra grande / Tábua / Faca
  • Comece limpando o abacaxi. Corte em  cubos e leve ao congelador por pelo menos 30min;
  • Fatie as frutas – morangos ao meio ou em 4 partes,  uvas ao meio, ameixas em pedaços, etc;
  • Junte todas as frutas fatiadas em uma jarra;
  • Adicione o suco de laranja, o açúcar,  o abacaxi congelado e pedras de gelo, mexa bem para o açúcar dissolver
  • Adicione o vinho e a água tônica. Sirva  em seguida.

Sirva bem gelada. Vale colocar uma fruta na lateral  do copo para dar um  charme.
Eu gosto de só colocar a tônica quando vou servir, e normalmente é a última coisa que preparo para receber as pessoas com ela bem fresca.

Fiz um  teste de uma versão  sem álcool,  colocando ao invés do vinho, um pouco de água tônica e um pouco de soda italiana (eu ganhei aquela Acquamix ! =P )

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Outra possibilidade  é usar tônica e suco de uva branca, daquele orgãnico. Mas ai, pega leve no açúcar, porque o suco é bem docinho!
Ai é só partir pro refresco 😎

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Distrato: Lei, regras, direitos… e minha história

Comprar um imóvel é um sonho… cancelar essa compra é um pesadelo maior que os vividos nos filmes do Freddy Krueger (e olha que nem de filme de terror eu gosto). E como contei sobre o que aconteceu com o meu ape, eu passei, e ainda passo um sério perrengue pra reaver meus valores pagos no apartamento.
Com isso, me informei de muita coisa, e vou passar aqui algumas informações pra vocês caso passem por esse pesadelo, tenham uma ideia de como pode acontecer o distrato.

Antes de mais nada, as leis!

Ainda não há uma lei, específica, que trate de distratos imobiliários no Brasil. Embora existam alguns decretos sobre o assunto, nada é fechado e seguido de fato quando o assunto é a desistência do contrato imobiliário.
O mais comum que os advogados utilizam hoje, é fazer uso do ‘Direito do consumidor’, em regras voltadas ao distrato, onde, independente do valor ou porcentagem pagas pelo comprador, a retenção da construtora pode ficar entre 10% a 30% do valor, ao qual deve ser acordado entre construtora e cliente.
Historicamente, os tribunais hoje utilizam a taxa de 90% a 80% do valor para devolução do valor pago, caso não se consiga chegar antes a um consenso (que é a média do valor que estão discutindo na lei do distrato, no Brasil)
Antes de entrar com um advogado, sempre valide qual a % que o advogado compra, para ver se cobre os valores oferecidos. Do que pesquisei aqui por SP, eles cobram em média 30% do valor recebido, é preciso avaliar o quanto vale a pena.

Na teoria… Como funciona o distrato

Na teoria, deveria ser um  processo simples: abrir a solicitação junto à construtora, aguardar o tempo de análise da solicitação, negociar com a construtura e efetivar o distrato.
A análise antes de efetivar o distrato é por conta da construtura sempre ter o interesse da continuidade da compra… eles irão ofertar, uma troca de unidade, um novo modelo etc, tudo para manter o cliente.
Não chegando à um acordo, a construtora irá apresentar um acordo, com os valores pagos x valores à serem devolvidos , de acordo com clausulas contratuais e tals.

Bom,  nessa  hora de solicitação de distrato,  o que eu já recomendo:

  1. Saiba previamente seus direitos e deveres,  baseados na lei;
  2. Leia novamente seu contrato de compra e venda, e veja as regras de distrato (desistência);
  3. Consulte um advogado e já entenda judicialmente, como pode proceder para tentar solucionar tudo sem ter de levar o caso á justiça;

É importante ir bem informado,  pois a construtora vai tentar provavelmente coloca algo a mais do  seu direito, e você conversa, para não ceder à um  contrato abusivo.

Na prática: como está sendo o processo…

Tive uma série de problemas para chegar ao ponto de solicitar o distrato:  Desde financeiros até problemas contratuais (como sempre acompanhei o fluxo de caixa, e as atualizações de valores, acompanhei também os juros e correções). Contei como foi todo o processo aqui , então vou falar só do  andamento mesmo da coisa e em que pé estamos rs.
Entrei com o processo depois de esperar a construtora por quase 6 meses.
Isso porque eles inicialmente me ofereceram a devolução de somente 40% do valor que paguei. O que, é considerado cláusula abusiva de contrato.
Não pensem que não analisei muito,  e cheguei inclusive,  no desespero a falar ‘ok’ para os 40%.. mas ainda sim a construtora decidiu que não ia mais me responder rs… então parti para de fato, seguir com o meu direito e fui à justiça.

Hoje, o processo já está oficialmente aberto. Está em  análise pelo juiz e aguardo retorno para ver se chegamos logo ao acordo para devolução.
Espero que se resolva logo, e em breve tenha um novo canto pra compartilhar de vez!

 

O surpreendente Muffin de parmesão!

Tem um café super conhecido pelo mundo, que serve um tal muffin (ou alguns tais muffins), bem generosos e ‘cabeçudos’ …. Ele dispõe de sabor marcante, cara atrativa e preço… bom… deixa pra lá…

E claro que o que é bom, merece ser feito em casa, pra marcar e receber suas visitas com um ar todo saboroso, ou só pra se deliciar no conforto de casa mesmo!

Surpreenda-se com este muffin INCRÍVEL de parmesão!

Antes de mais nada…

Sabe aquelas forminhas altinhas, de petit gateau/cupcakes/muffins? Então, é importante te-las para fazer, e untar também é essencial.
Já separe umas 12 forminhas e pincele óleo nelas, e reserve!

Ingredientes

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 col. (sopa) de açúcar (nada muito generoso)
  • 1 sachê de fermento biológico (15g, aquele seco sabe?)
  • 200g (no mínimo) de queijo parmesão ~ fresco ~ ralado
    • e um pouco  mais para decorar os muffins!
  • 1 copo (250ml) de leite morno (nem super quente, nem frio!)
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara (100g) de manteiga sem sal derretida
  • Pimenta do reino, orégano e tomilho à gosto
Material Necessário: Além das forminhas – Tigela/Bowl (1 pequeno e 1 grande) para misturar a massa
  • Em um recipiente pequeno, misture o fermento e o leite morno, e reserve;
  • Em um recipiente maior, misture a farinha, açúcar, temperinhos e o queijo;
  • Adicione a manteiga derretida e o ovo, incorpore na massa;
  • Por último, adicione a mistura do fermento à massa e incorpore. A massa vai ter uma textura entre o liquido e o cremoso;
  • Coloque a massa nas forminhas untadas (+/- 2 colheres de sopa generosas, tem que passar da metade da forma, deixa 1 dedo sobrando – a ideia é que eles fiquem ‘cabeçudinhos’!);
  • Coloque uma porçãozinha de parmesão ralado e orégano por cima de cada forminha.
  • disponha as forminhas sobre uma forma maior, cubra com um pano e deixe dentro do forno – desligado – por +/- 30min. Depois retire;
  • Pré aqueça o forno à 200g, e leve para assar, por 20 à 30min. Eu gosto deles bem dourados, por isso no fim, aumento um pouco o forno para deixar ele bem dourado por cima;
  • Retire do forno;
  • Coma. Quente, frio, morno, no dia, no dia seguinte… só, coma!

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Novo Rack: Mudanças da sala – DIY

A muito que venho falando das mudanças da Sala de Estar de casa.
Desde criar detalhes como um porta-retrato diferente, até mudar alguns móveis para dar uma modernizada na coisa toda!
Pensando nisso, o primeiro passo para o sucesso, foi realizar a troca do Rack!

Antes

O Rack lá de casa sempre foi algo ‘improvisado’. Desde sempre mesmo!
Minha mãe amava umas mesas de ferro com tampo de vidro, mas elas com o tempo se desgastaram e enferrujaram, o vidro lascou umas partes e ela perdeu o glamour.

Depois, começou a usar uma mesa que ganhamos, super fofa, mas que não combinava nada com os móveis da sala…

O Projeto

Depois de muito pensar, resolvi me apropriar da estrutura que minha mãe tanto gostava, das mesinhas de ferro com vidro, mas fazer algumas alterações para deixar ela mais ‘moderninha’, hahaha.
Com isso fiz um desenho (bem rabisco, bem pra ter ideias) e botei pra funcionar.

DIY – Rack

A Base

  • LixaSpray
  • BrancoSpray
  • Amarelo (x2)

Para a base do RACK, reaproveitei a base antiga das mesas. Tentei lixar um pouco a base, mas mal arranhei a pintura rs. Então arrisquei fazer a pintura por cima mesmo.
Como a base era Prata, apliquei primeiro 2 mãos de tinta branca, para criar um bom fundo pra cor.
Depois, apliquei mais 2 mãos de amarelo, pra garantir um tom ótimo e bem uniforme.
Ai é só deixar secar e partir pro abraço!

Tampo + “Biombos”

Ai vem a parte mais ‘complexa’ do projeto. Descobri que fazer um tampo não é nada fácil rs.

  • Madeira Pinus
    • 2x tábuas de 30cm x 1,20m
    • 6x tábuas de 30cm x 0,45cm
  • 4x ripas de ~ 30cm x 5cm x 5cm
  • Cola de contato
  • Lixadeira
  • 24x Parafusos

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Comecei lixando as madeiras, como pedi para cortarem as madeiras plainadas, era só para dar acabamento mesmo.
Para montar os biombos: Fixei as madeiras de 30cm x 45cm , inicialmente com cola de contato, criar a primeira fixação e garantir as madeiras unidas sem espaços. A cola demora umas 24h para secar, então foi um processo bem longo.

*** ATENÇÃO: garanta que a madeira de base, esteja sempre colada na parte de dentro das laterais. Caso você não se atente na hora de colar, o biombo ficará torto! ***

 

 

Para o tampo, unimos as 2 tábuas de 1,20m x 30cm pelas laterais utilizando cola, formando o tampo de 1,20m x 60cm. Para fixar o tampo fizemos uma ‘gambiarra’ para fazer pressão e garantir o contato que a cola pede. (esqueci de tirar foto. Mas vou descrever: passamos cabos de ferro pra ficar beeem justo, mas deixamos com pesos pra ficar reto, pra madeira não fazer um V)

Após isso, fixamos 4 madeiras em baixo do tampo, na distância que os biombos tem (45cm + laterais – ~ 1,5cm cada), parafusadas de baixo pra cima. Assim garantimos o tampo lisinho, e bem fixo! Aproveitamos e fixamos os biombos nestas madeiras, pela lateral, utilizando +3 parafusos em cada lado (e cola de contato também, assim garante a fixação!)

 

Tudo seco e fixado, foi só partir pro abraço, levar pra sala e acomodar tudo! ♥

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O que aconteceu com o ‘meu Ape’ ?

Confesso que as vezes ao falar disso ainda dói. Dói por todos os planos iniciados, todos os sonhos montados…
E esse é o principal motivo de que em 2016 o blog pouco produziu. Mas então: O que aconteceu com o ‘meu ape’?

Bom, a compra do apartamento foi o principal motivo de eu iniciar o blog. Queria viver na intensidade a compra do primeiro imóvel, todas as experiências de compra, definição, planejamentos e etc… e com isso vivi a experiência completa, com um distrato também! rs.

Pois é, nem tudo dá certo de primeira né?

A verdade é que depois de quase 3 anos de expectativa, acompanhamento de obra, definição de planta, projeto de decoração… passei por uma série de inconveniências com a construtora e a incorporadora: reports errados quanto à emissão do Habite-se, valores de contrato com juros incorretos, não disponibilização da memória de cálculo, e assim por diante.
Fiquei de Março/2016 à Maio/2016 tentando desesperadamente contato e negociação com a construtora. Até que optei pelo distrato, e inicialmente até aceitei o absurdo do valor de reembolso do pagamento da construtora (por contrato completamente fora de lei), mas nem assim consegui reaver o valor que me pertencia.

Sendo assim, hoje, eu não sou mais proprietária do ‘o apê do sexto’, porém, isso na teoria né? Porque como falei, a construtora sequer me respondia, um processo que deveria ocorrer em semanas, levou 4 meses sem retorno. Perdi tempo e dinheiro com a construtora. Dei um basta e entrei com um processo judicial junto à construtora, e agora estou na briga, na justiça com a construtora.
Como falei, vivi a experiência completa, então pensando pelo lado positivo: aprendi bastante com tudo isso.

Isso não quer dizer que o sonho acabou! Na verdade só postergamos um pouco… Estamos aguardando este processo ser finalizado, para reaver o que nos pertence e a partir dai, replanejar, pesquisar… pra logo logo colocar de pé, concreto e correto, o nosso novo cantinho!